Meu ex-marido me deixou porque eu “não podia lhe dar um filho”, e ainda teve a audácia de me convidar para o casamento só para me humilhar. “Você tem que vir”, ele debochou. “Ela já está grávida. Ela não é como você.”

A mulher foi culpada nos corredores.

A mulher que derrama esperança no chão do banheiro atrás de portas trancadas.

Então me lembrei de Richard parado sob rosas brancas enquanto suas mentiras queimavam ao seu redor.

“Não”, respondi.

Lá embaixo, nossos filhos riam como pequenos sinos tocando à luz do sol.

Durante anos, as pessoas me chamavam de vazia.

Agora minha vida estava tão plena que transbordava.