No Dia das Mães, uma menininha bateu na minha porta com a mochila do meu filho nas mãos. Ela disse: “Você estava procurando por isso, não é? Você precisa saber a verdade.”

No domingo passado, preparei três lugares à mesa da cozinha.

Sara tem dificuldade em fazer amigos.

Então coloquei outra tigela de cereal seco na mesa e servi um copo de leite como se Randy estivesse alimentando um cavalo.

Sarah percebeu isso, mas não perguntou nada a respeito. Ela simplesmente colocou o unicórnio torto ao lado da tigela, delicadamente, como uma oração.

Perdi meu filho esta semana. Nada jamais poderá compensar essa perda.

Mas no Dia das Mães, uma menininha me trouxe a mochila dele.

E lá dentro, Randy me deixou a prova de que o amor pode sobreviver até mesmo ao que nós mesmos não conseguimos.