Como o filho da minha namorada poderia ter aquela marca de nascença tão peculiar da minha família? A resposta era mais complicada do que eu imaginava.

A curiosidade pode ser persistente. Semanas depois, quando o pensamento simplesmente não me abandonava, decidi investigá-lo mais a fundo. Fiz um simples teste de DNA — nada complicado, apenas um teste para descobrir laços familiares. Parte de mim se sentia quase tola por isso, convencida de que o resultado provaria que minha imaginação havia me levado longe demais. Conforme os dias passavam e os resultados finalmente chegavam, hesitei por um instante antes de abri-los. Minhas mãos permaneceram sobre a tela por mais tempo do que o esperado. Então, cliquei.