Apesar de seus renomados olivais, a Grécia não está imune à fraude: 20% do azeite exportado é adulterado. A mistura com outros óleos ou o uso de rótulos enganosos são práticas comuns. Procure pelos selos DOP (Denominação de Origem Protegida).
6. Turquia
A Turquia, um dos principais produtores de azeite, também sofre com fraudes generalizadas: 30% do seu azeite barato é adulterado. Alguns lotes contêm conservantes químicos não declarados, aumentando o risco de doenças hepáticas e inflamatórias.
5. Tunísia
Sendo um dos principais exportadores globais, a Tunísia vê 15% do seu azeite misturado com óleos como o de girassol ou de soja, o que pode causar reações alérgicas e prejudicar a saúde.
4. Egito
Com a produção em alta, o Egito enfrenta um sério problema de controle de qualidade: 20% do azeite vendido contém aditivos ou solventes químicos prejudiciais ao fígado.