Meu chefe me humilhou em uma sala de conferências com paredes de vidro em Chicago e disse: “Pessoas como você não criam empresas — elas fracassam tentando”… Três meses depois, seus maiores clientes me procuraram pelo nome, e o conselho abriu os arquivos que ele nunca quis que ninguém visse.

“Vocês não são nada sem este emprego”, disse meu chefe na frente de toda a equipe. “Pessoas como vocês não criam empresas. Elas fracassam tentando.”

Três meses depois, os mesmos clientes de quem ele tanto se gabava me pediram pelo nome.

Eu estava na sala de conferências com o coração batendo tão forte que conseguia ouvi-lo por cima do zumbido baixo do ar-condicionado.

Lá fora, atrás das paredes de vidro, o centro de Chicago vivenciava mais uma manhã cinzenta. O trânsito fluía pela avenida lá embaixo. As luzes dos escritórios piscavam, despertando nos arranha-céus ao nosso redor, e uma pequena bandeira americana na recepção, do lado de fora da sala, mal se movia com a corrente de ar frio vinda do corredor.

Lá dentro, tudo parecia muito parado.