Não simplesmente porque essa pessoa era famosa. Não simplesmente porque seu nome era popular na televisão ou apareceu nas primeiras páginas dos jornais por algumas horas.
Mas porque eram importantes.
Eles foram importantes para toda uma geração.
Eles foram importados para a família.
Ele não era apenas um artista. Era alguém que, discretamente, moldava vidas. Uma voz que nos guiava em momentos difíceis. Um sorriso que parecia familiar e reconfortante. Uma presença que se infiltrava em nosso cotidiano: na nossa infância, nas nossas comemorações, na nossa recuperação.
Alguns de nós crescemos com eles.
Outros de nós apoiamos o trabalho deles mesmo nas noites mais escuras.
Outros de nós encontramos amor, alegria e felicidade naquilo que criamos juntos.
Eles nos acompanharam em nossas visitas às enfermarias do hospital. Nas cerimônias de formatura e em momentos de partir o coração. Durante as risadas nas lojas e em tardes solitárias e gratificantes.
E agora… eles se foram.
Um legado que jamais se apagará.
O que faz de alguém uma lenda?
Estes não são preços.
Essas não são heranças.
Não se trata do tamanho de uma viúva.
Trata-se da criação.