A faringite está associada a diversos fatores de risco, a começar pelo tabagismo e pelo consumo excessivo de álcool (especialmente quando combinados). Infecções virais também podem contribuir para o desenvolvimento da doença, particularmente o papilomavírus humano (principalmente em casos orofaríngeos) e o vírus Epstein-Barr (principalmente em casos nasofaríngeos).
Histórico familiar (6/10)
A exposição a certos produtos químicos e poeira também pode ser um fator de risco. Pessoas com histórico familiar de infecções de garganta também têm maior probabilidade de serem expostas.
A faringite é frequentemente diagnosticada tardiamente (7/10)
A faringite pode apresentar vários sintomas característicos, mas muitas vezes é diagnosticada tardiamente devido à semelhança desses sintomas com os de outras doenças respiratórias. Consequentemente, pode passar despercebida.
Quais são os primeiros sintomas da doença? (8/10)
Eis os principais sintomas: nódulos na nuca: presença de massas ou nódulos, frequentemente indolores, na nuca, devido à disseminação de células para os gânglios linfáticos; zumbido: ruído nos ouvidos; perda auditiva: diminuição da acuidade auditiva; otalgia: sensação de ter um caroço no ouvido; otite persistente: infecções de ouvido que não cicatrizam; dores de cabeça: dores de cabeça frequentes.
Outros sintomas (9/10)
Dor ou dormência facial: sensações desagradáveis no rosto; congestão nasal: congestão nasal persistente; sangramento pela boca e/ou nariz: episódios frequentes de sangramento nasal e bucal; dificuldade para abrir a boca: dificuldade para abrir a boca completamente; dificuldade para respirar: dificuldade para respirar adequadamente; dificuldade para falar: dificuldade para falar; dor de garganta: alterações persistentes na voz, rouquidão e dor de garganta; e alterações de peso: perda de peso inexplicável.