Alguém sabia que ela não estava completamente sozinha.
Um dia, havia um envelope no balcão do café.
O nome de Camille estava nele.
Ela abriu-o durante o intervalo.
Colocou um bilhete curto e um cheque-prenda para algumas roupas de inverno.
O bilhete dizia:
“Vais ajudar-me, ajudar-me num dia em que já não estiver tão bem como estou agora. Agora é a minha vez de te dar.
A bondade nunca se apaga. Parece que não está mais ninguém na casa.
Obrigado.
Élise.”
A Camille fez um briefje consigo primeiro.
Ela pensou na ninhada aconchegante. Na voz fria da sua antiga chefe. No dia em que pensou ter perdido tudo.
E então ela olhou em redor.
No café onde as pessoas sabiam o seu nome.
Para Julien, depois do bar brilha uma chávena de café.
No grampo que ainda estava em segurança no seu bolso.
Parece que um deles foi gesto klein.
Demasiado pequeno para mudar alguma coisa.
Ma não sei o que quero e quero fazer isto.
Tavez uma ninhada.
Tavez aro.
Talvez a força para aguentar apenas mais um dia.