Minha madrasta se recusou a pagar pelo meu vestido de formatura, então meu irmão fez um com as calças jeans velhas da nossa falecida mãe, mas quando entrei no baile, o plano dela para me envergonhar tomou um rumo que ela jamais imaginou.

“Isso explica muita coisa.”

“Chega!”, respondi bruscamente.

Mas ela continuou.

“Você está mesmo planejando usar um vestido feito de calças jeans velhas? As pessoas vão rir de você a noite toda.”

Noah ficou rígido ao meu lado.

Olhei diretamente para ela.

Parte 2: 

“Prefiro usar algo feito com amor do que algo comprado com dinheiro roubado de crianças.”

O corredor ficou em silêncio.

Os olhos de Carla escureceram instantaneamente.

“Saia da minha frente antes que eu diga o que realmente penso.”

Mas mesmo assim eu usei o vestido.

Na noite do baile de formatura, Noah ajudou a fechar o zíper nas costas enquanto suas mãos tremiam.

“Se alguém rir”, murmurou ele, “estarei assombrando essa pessoa.”

Eu ri baixinho. “Fechado.”

Entretanto, Carla insistiu em vir porque queria “ver o desastre pessoalmente”.

Cheguei a ouvi-la dizer a alguém ao telefone: “Venha cedo. Você precisa ver isso.”

Mas quando chegamos, ninguém riu.

As pessoas olhavam fixamente para o vestido, mas não de forma zombeteira.

Uma garota perguntou: “Espera… isso é jeans?”

Outro perguntou: “Onde você comprou isso?”

Uma professora tocou no tecido e sussurrou: “Isto é lindo.”

Mesmo assim, continuei tensa. Carla me observava como se estivesse esperando que eu desmoronasse em público.