200 mortes por ano: este ingrediente comum esconde um risco mortal.

Castanhas de caju cruas com casca

Ao contrário da variedade comercial, o caju natural contém urushiol, a mesma substância irritante encontrada na hera venenosa. O processo de torrefação industrial remove essa substância perigosa, tornando os cajus seguros para consumo.

Noz-moscada: a especiaria psicotrópica

sementes de noz-moscada inteiras e moídas

A noz-moscada, quando usada com moderação na cozinha, confere um sabor sutil aos pratos. Em grandes quantidades (duas colheres de chá), no entanto, possui um efeito psicoativo com efeitos colaterais impressionantes: alucinações, desorientação e uma sensação geral de mal-estar que pode durar vários dias.

Cogumelos da floresta: o perigoso jogo da identificação

Cogumelos da floresta em seu ambiente natural.

Cada temporada micológica tem seus próprios casos de envenenamento devido à mistura de espécies comestíveis e venenosas. O cogumelo venenoso, responsável por muitas mortes no passado, pode parecer enganoso para os inexperientes. Sem conhecimento especializado, recomenda-se fortemente comprá-lo exclusivamente em supermercados. Ruibarbo: como distinguir as partes comestíveis.

Talos e folhas frescas de ruibarbo

Embora os talos carnudos do ruibarbo sejam deliciosos para fritar, as folhas largas contêm quantidades perigosas de ácido oxálico. Estas devem ser evitadas durante o cozimento e podem ser recicladas como material compostável.
Feijão vermelho: cozinhar com segurança.

Feijões vermelhos secos em uma tigela