“Deixe-a ir, não vamos pagar pela cirurgia”, disse meu pai ao médico enquanto eu estava em coma. Ele assinou a ordem de “não ressuscitar” para economizar dinheiro. Quando acordei, não disse nada. Fiz algo… muito pior, que o deixou falido em 24 horas.

PARTE 1

Eu estava deitada naquela cama de hospital, totalmente consciente, enquanto meu próprio pai decidia que minha vida não valia o custo da cirurgia. Os aparelhos respiravam por mim, frios e constantes, enquanto minha madrasta suspirava por perto, como se meu estado tivesse arruinado o dia dela.

“Deixe-a ir”, disse meu pai. “Não vamos pagar pela operação.”