Me tornei mãe aos 17 anos – anos depois, meu filho fez um teste de DNA para encontrar o pai, mas descobriu uma verdade que me deixou sem palavras.

Então ela olhou para Leo e cobriu a boca. “Meu Deus. Querido, você é a cara dele.”

Leo olhou para mim com um olhar de impotência.

Dei um passo à frente e a abracei.

Lá dentro, ela não perdeu tempo.

“A caixa está lá em cima”, disse ela. “Tem todas as cartas dele que eu consegui salvar.”

“Você realmente os guardou?”, perguntou Leo em voz baixa.

Gwen assentiu com a cabeça. “Encontrei-os depois que nossa mãe morreu no inverno passado.”

Ela nos conduziu até o sótão. Cheirava a poeira e papel velho.

Então ela se ajoelhou ao lado de uma caixa de armazenamento e levantou a tampa.

Cartas.

Pilhas delas. Cartões de aniversário. Envelopes devolvidos com meu nome escrito à mão por Andrew.

Minhas pernas cederam e eu sentei diretamente no chão.

Leo sentou-se ao meu lado.

Gwen me entregou o primeiro envelope com cuidado, como se pudesse se romper.

“Comece por aí”, ela sussurrou.

Eu abri.

“Mesclado,

Eu sei que isso parece ruim. Por favor, não pense que eu te abandonei. Estou tentando voltar. Eu prometo.

— A.”

O ar sumiu dos meus pulmões.

“Mãe?” Leo sussurrou.

Não consegui responder. Peguei outra carta.