“Minha advogada”, eu disse calmamente. “Vocês se lembram da Evelyn. Ela cuidou do meu divórcio depois que vocês dois me convenceram a aceitar um acordo menor porque o Daniel supostamente precisava de um ‘encerramento emocional’”.
O pai de Daniel levantou-se lentamente. “Quem são aqueles homens?”
Evelyn abriu outra pasta. “Contadores forenses. E também uma petição judicial para reabrir o processo de divórcio devido a declarações fraudulentas de bens.”
Daniel avançou em direção aos papéis, mas um dos homens o bloqueou imediatamente.
Camille finalmente recuperou a voz. “Isso é assédio. Ela está com ciúmes porque não conseguiu lhe dar um filho.”
Então Alistair deu um passo à frente.
Todas as cabeças se voltaram para ele.
Camille sussurrou desesperadamente: “Não faça isso.”
Seu rosto empalideceu, mas sua voz ecoava claramente pela sala.
“O bebê é meu.”
Daniel parecia ter perdido todos os ossos do corpo.
Camille balançou a cabeça freneticamente. “Alistair, pare. Você está confuso.”
“Você me disse que Daniel sabia”, disse ele, com a voz trêmula. “Você me disse que me amava. Você prometeu que a criança ainda teria o nome Mercer, o dinheiro Mercer, e que ninguém jamais questionaria isso.”
Daniel olhou fixamente para o irmão antes de se virar lentamente para Camille. “Você dormiu com ele?”
Ela estendeu a mão desesperadamente em direção a ele. “Danny, escuta—”
Ele afastou a mão dela com um tapa.